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Política

Wilson diz que impasse sobre Júlio Müller não afeta atendimento e defende acordo com Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Wilson Santos (PSD) afirmou que busca uma saída negociada para encerrar o impasse envolvendo a área onde está instalado o Hospital Universitário Júlio Müller, após questionamentos feitos pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini. Segundo o parlamentar, a controvérsia sobre a divisa territorial não compromete o funcionamento da unidade nem o atendimento à população.

A discussão ganhou força após a aprovação de uma lei de autoria de Wilson que redefine os limites territoriais e transfere oficialmente a área do hospital para o município de Santo Antônio de Leverger. Para o deputado, o ponto central do debate tem sido distorcido, já que o hospital é uma instituição federal e não sofre interferência administrativa das prefeituras envolvidas.

Wilson destacou que a gestão do Hospital Júlio Müller é de responsabilidade exclusiva da Universidade Federal de Mato Grosso, independentemente de o prédio estar localizado em Cuiabá ou em Santo Antônio de Leverger. Na avaliação dele, a alteração da divisa não gera prejuízo aos usuários nem à rede pública de saúde.

O parlamentar também ressaltou que a unidade atende pacientes de diferentes regiões do estado e continuará prestando serviços normalmente. Para ele, o debate territorial não afeta o caráter regional do hospital nem o acesso da população aos atendimentos.

Apesar de reconhecer entraves jurídicos e administrativos, Wilson afirmou que há avanços nas conversas com o Executivo municipal. Segundo ele, o prefeito de Cuiabá já demonstrou concordância quanto à redefinição da área do Morro de Santo Antônio, que deverá ficar integralmente sob jurisdição de Santo Antônio de Leverger, restando apenas a definição relacionada ao hospital.

Como alternativa para solucionar o conflito, o deputado defendeu a criação de um grupo de trabalho com representantes das duas prefeituras, do Instituto de Terras de Mato Grosso e da Assembleia Legislativa. A expectativa é de que uma solução consensual seja construída nas próximas semanas.

O posicionamento de Wilson ocorre após Abilio Brunini anunciar que pretende recorrer à Justiça contra a lei aprovada pela Assembleia Legislativa, alegando inconstitucionalidade e possíveis impactos administrativos. O prefeito argumenta que a mudança territorial pode gerar entraves burocráticos e atrasar a conclusão do novo hospital.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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