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Política

Wellington acusa Lula de usar tarifaço dos EUA para fazer politicagem e não defender o Brasil

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Política


Conteúdo/ODOC – O senador Wellington Fagundes (PL-MT) voltou suas críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a decisão do governo dos Estados Unidos, comandado por Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Para o parlamentar, a postura do chefe do Executivo brasileiro tem sido mais política do que diplomática.

Segundo Fagundes, o momento exigiria que Lula atuasse como “estadista” e buscasse uma negociação direta com Washington, em vez de delegar exclusivamente ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que também responde pelo Ministério da Indústria e Comércio.

“O país precisa de diálogo. Mas o presidente optou pelo embate, pela politização. Isso não ajuda os produtores, as indústrias e os empresários brasileiros que estão sendo diretamente prejudicados com essas medidas”, declarou o senador.

Fagundes afirmou que Lula tem se aproveitado da crise para fortalecer sua imagem política, lançando inclusive o slogan “Brasil soberano” em meio às sanções. Para ele, a estratégia prejudica a economia e tem caráter eleitoral.

“O vice-presidente Alckmin tem feito sua parte, buscando interlocução. Mas a postura dele é completamente diferente da de Lula, que prefere explorar a situação para fins políticos”, disse.

O senador ainda comparou a conduta atual com a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele lembrou que, durante a pandemia, Bolsonaro viajou até a Rússia para dialogar com Vladimir Putin em busca de insumos, mesmo com divergências ideológicas. “Aquilo foi uma atitude de estadista. O Brasil precisa desse tipo de liderança”, concluiu.



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Polícia Civil prende três pessoas por inserção de dados falsos em sistemas do município de Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Déjà Vu, para cumprimento de 43 ordens judiciais, com o objetivo de apurar indícios do crime de inserção de dados falsos em sistema informatizado e de crimes correlatos, como corrupção e associação criminosa, praticados contra a Procuradoria-Geral do município de Cuiabá. 

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), teve início em abril de 2025, a partir de notícia de fato encaminhada pelo órgão no final do primeiro trimestre do ano. 

São cumpridas na operação, três prisões cautelares, doze mandados de busca e apreensão, nove medidas cautelares diversas da prisão, três afastamentos do serviço público, quatro medidas de sequestro de bens e doze bloqueios de valores, totalizando R$ 491.450,45, deferidas pelo Juízo do Núcleo do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá.

A Polícia Civil também representou por providências destinadas a evitar a destruição de evidências, resguardar a instrução e por constrições patrimoniais para assegurar eventual ressarcimento ao erário. 

As investigações apontam a suspeita de uso indevido de credenciais (logins/senhas) e de rotinas internas para a realização de lançamentos e cancelamentos irregulares, com potencial impacto na arrecadação e na regularidade de registros administrativos. Também são apurados indícios de vantagem indevida, possivelmente vinculada a “intermediações” e supostos “serviços” relacionados à alteração de registros.

As ordens judiciais visam à coleta, preservação e análise de elementos informativos, com ênfase em dispositivos eletrônicos e registros digitais relevantes para o esclarecimento dos fatos.

Déjà Vu

O nome da operação faz referência à repetição de padrões identificados ao longo da apuração, relacionados a lançamentos e cancelamentos que, em tese, apresentam recorrência e similaridade operacional, demandando aprofundamento técnico e rastreabilidade digital.



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