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“Sinal que deve ser candidato”, diz Max após fala de Virginia sobre Mauro deixar o governo

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Conteúdo/ODOC – Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), questionado sobre a declaração da primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, de que o governador do Estado deve renunciar o cargo para disputar a eleição ao Senado em outubro próximo, disse que isso representa a “certeza” da candidatura de Mendes.

Segundo Russi, a fala da primeira-dama significa que a família concordou com Mauro Mendes na disputa ao Senado. “O Mauro sempre fala que vai ouvir a família em primeiro lugar. Quando vem da esposa, é sinal de que a família concordou e que ele deve ser candidato”, disse.

“Então, fica muito mais forte a certeza da candidatura ao Senado do governador Mauro Mendes”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa.

Conforme Max Russi, “isso dá mais tranquilidade ao vice-governador Otaviano Pivetta – digamos assim – de se programar, porque ele assumindo o governo, ele tem o que, 30 a 40 dias pela frente agora pra manter equipe, mudar alguns, manter outros, não sei como ele pretende fazer isso, mas é o momento que ele terá de conversas e entendimentos”, argumentou.

“Ou seja, assumindo o governo, ele terá pouco tempo para fazer as mudanças que sentir necessárias”, completou Russi.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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