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Prefeito anuncia adicional até R$ 200 para os profissionais da Educação de Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Educação, Amauri Monge, anunciaram nesta quarta-feira (15) o envio de um projeto de lei à Câmara Municipal que institui o “Pix do Dia do Professor”, uma homenagem financeira a todos os profissionais da rede pública de ensino da capital. A iniciativa celebra o Dia do Professor, comemorado nesta mesma data, e será paga ainda na folha de outubro.

Pelo projeto, professores e técnicos de desenvolvimento infantil (TDI) receberão R$ 200, enquanto os demais profissionais da Educação, incluindo técnicos, colaboradores, vigilantes e serviços gerais, receberão R$ 100. O benefício será concedido anualmente como um gesto de reconhecimento e gratidão ao trabalho desempenhado dentro das escolas municipais.

Durante o anúncio, realizado em tom de celebração, o prefeito destacou o compromisso da gestão em valorizar quem faz a educação acontecer no dia a dia. “Aqui em Cuiabá, o Dia do Professor não é feriado. Os profissionais estão nas escolas, ensinando, cuidando e fazendo a diferença. Então, decidimos criar o Pix do Dia do Professor, como uma forma simbólica, mas sincera, de dizer muito obrigado. É um presente simples, mas feito com respeito e gratidão pelo trabalho de cada um”, afirmou Abilio Brunini.

O secretário Amauri Monge reforçou que o projeto nasceu de um diálogo direto com o prefeito e será encaminhado ainda hoje para votação na Câmara. Segundo ele, a expectativa é que o pagamento ocorra já neste mês. “Essa homenagem é um reconhecimento concreto do valor que os professores e todos os servidores da Educação têm para Cuiabá. Cada profissional, dentro de sua função, contribui para o futuro da cidade”, disse Monge.

Com o gesto, a Prefeitura reafirma sua política de valorização dos servidores da Educação, unindo incentivo financeiro e reconhecimento simbólico no dia dedicado àqueles que transformam vidas por meio do ensino.



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“Qualquer um pode falar que é candidato”, diz Mauro Mendes ao reagir à pressão de Jayme Campos

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Conteúdo/ODOC – O governador Mauro Mendes (União) afirmou nesta quinta-feira (11) que não vê motivo para antecipar o debate sobre a sucessão estadual de 2026 e minimizou a movimentação do senador Jayme Campos (União), que voltou a defender publicamente sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás. Segundo Mendes, qualquer discussão interna sobre nomes só ocorrerá no tempo adequado e dentro das regras partidárias.

Ao comentar as declarações do senador, o governador disse que não recebeu nenhuma comunicação formal sobre a pré-candidatura e ressaltou que manifestações individuais não significam definição de candidatura. Para ele, o processo passa necessariamente pelas convenções do próximo ano. “Qualquer filiado ao partido pode lançar o que quiser. Quem quiser falar que é candidato, pode. Isso não é proibido, é um país democrático. Mas isso é definido nas convenções partidárias”, afirmou.

Mauro Mendes reforçou que a eleição ainda está distante e que sua atenção segue concentrada na administração estadual. “2026 ainda é muito longe. Não sofro por antecipação. Parte da imprensa fala muito em eleição. Eu falo de gestão, do dia a dia do governo e me preocupo com entregas”, disse. O governador acrescentou que Jayme Campos nunca o procurou oficialmente para tratar do assunto. “Jayme tem trajetória, é senador da República, tem dimensão e estatura para candidatar. Mas vamos dizer somente em março o nosso candidato”, completou.

As declarações ocorrem um dia depois de Jayme Campos reafirmar, mais uma vez, que não pretende recuar de sua intenção de disputar o governo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador destacou sua carreira política e afirmou que seu histórico o credencia para a disputa. “Não abro mão da minha candidatura. Doa a quem doer”, declarou.

Jayme também afirmou que pretende concorrer para ampliar oportunidades, fortalecer a economia e garantir dignidade à população de Mato Grosso. Mesmo diante de resistências internas, ele diz que apresentará seu nome à federação formada por União Brasil e Progressistas. “No momento oportuno, pedirei ao dirigente do grupo que convoque uma reunião para colocar minha candidatura dentro do União e da federação”, afirmou.

Nos bastidores, porém, o senador enfrenta um cenário dividido. Parte das lideranças do União Brasil e do PP tem sinalizado apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o que enfraquece o espaço de Jayme dentro do bloco governista. Ainda assim, ele mantém o discurso de que seguirá no jogo político. “Tenho 74 anos, faço política porque gosto. Jayme Campos tem 40 anos de vida pública”, concluiu.



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