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Prefeita de VG diz que CPI não resolve enfrentamento da violência contra a mulher

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Conteúdo/ODOC – Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), questionada sobre a CPI do Feminicídio, que teve pedido de instauração na Assembleia Legislativa, afirmou que o seu posicionamento é o de que a criação de uma CPI “não resolve” problema da violência doméstica. 

“CPI não resolve o enfrentamento da violência doméstica contra a mulher, porque ela é mais estrutural. Temos que convocar toda a sociedade. Todos devem ser responsáveis por essa causa. São campanhas, são diálogos, são conversas, são capacitações”, disse a prefeita.

A prefeita adiantou ainda que espera que se a proposta da deputada em exercício Edna Sampaio (PT) caminhar, que não tenha qualquer conotação político eleitoral.

“Espero que não tenha cunho político-eleitoral, até porque é um assunto sério. Quando você vai falar de feminicídio, não pode passar isso por cunho eleitoral”, disparou.

Flávia Moretti destacou como uma das propostas de enfrentamento da violência doméstica, a capacitação de profissionais da educação, como os professores, para identificar o aluno ou a mãe do aluno que esteja sofrendo violência doméstica.

“Eu tenho que capacitar a rede de ensino, o professor. E isso é fazer o combate…preparar e combater para ir diminuindo gradativamente a forma estrutural e cultural que você trata a violência contra a mulher”, observou



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“Qualquer um pode falar que é candidato”, diz Mauro Mendes ao reagir à pressão de Jayme Campos

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Conteúdo/ODOC – O governador Mauro Mendes (União) afirmou nesta quinta-feira (11) que não vê motivo para antecipar o debate sobre a sucessão estadual de 2026 e minimizou a movimentação do senador Jayme Campos (União), que voltou a defender publicamente sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás. Segundo Mendes, qualquer discussão interna sobre nomes só ocorrerá no tempo adequado e dentro das regras partidárias.

Ao comentar as declarações do senador, o governador disse que não recebeu nenhuma comunicação formal sobre a pré-candidatura e ressaltou que manifestações individuais não significam definição de candidatura. Para ele, o processo passa necessariamente pelas convenções do próximo ano. “Qualquer filiado ao partido pode lançar o que quiser. Quem quiser falar que é candidato, pode. Isso não é proibido, é um país democrático. Mas isso é definido nas convenções partidárias”, afirmou.

Mauro Mendes reforçou que a eleição ainda está distante e que sua atenção segue concentrada na administração estadual. “2026 ainda é muito longe. Não sofro por antecipação. Parte da imprensa fala muito em eleição. Eu falo de gestão, do dia a dia do governo e me preocupo com entregas”, disse. O governador acrescentou que Jayme Campos nunca o procurou oficialmente para tratar do assunto. “Jayme tem trajetória, é senador da República, tem dimensão e estatura para candidatar. Mas vamos dizer somente em março o nosso candidato”, completou.

As declarações ocorrem um dia depois de Jayme Campos reafirmar, mais uma vez, que não pretende recuar de sua intenção de disputar o governo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador destacou sua carreira política e afirmou que seu histórico o credencia para a disputa. “Não abro mão da minha candidatura. Doa a quem doer”, declarou.

Jayme também afirmou que pretende concorrer para ampliar oportunidades, fortalecer a economia e garantir dignidade à população de Mato Grosso. Mesmo diante de resistências internas, ele diz que apresentará seu nome à federação formada por União Brasil e Progressistas. “No momento oportuno, pedirei ao dirigente do grupo que convoque uma reunião para colocar minha candidatura dentro do União e da federação”, afirmou.

Nos bastidores, porém, o senador enfrenta um cenário dividido. Parte das lideranças do União Brasil e do PP tem sinalizado apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o que enfraquece o espaço de Jayme dentro do bloco governista. Ainda assim, ele mantém o discurso de que seguirá no jogo político. “Tenho 74 anos, faço política porque gosto. Jayme Campos tem 40 anos de vida pública”, concluiu.



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