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Lúdio descarta vaga de vice com Natasha e diz que PT mira segunda cadeira ao Senado

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Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Lúdio Cabral afirmou que o PT não deve pleitear a indicação do candidato a vice-governador na chapa encabeçada pela médica Natasha Slhessarenko, pré-candidata ao Governo do Estado na eleição deste ano.

Segundo ele, a estratégia do partido deve estar concentrada em outras posições da chapa majoritária, especialmente na disputa ao Senado, considerada prioritária para o campo progressista.

“A defesa que eu, pessoalmente, tenho feito é de que o PT esteja na chapa majoritária com a segunda vaga de Senado, com uma candidatura feminina. É uma leitura estratégica, tática da disputa que teremos para o Senado”, afirmou.

Lúdio avaliou que a eleição para o Senado exige uma construção específica e que a definição correta do nome pode ser decisiva para o desempenho eleitoral. O PT já manifestou interesse em ocupar a segunda vaga para evitar a dispersão de votos em candidaturas da direita, já que atualmente apoia apenas o senador Carlos Fávaro (PSD).

Sobre a composição da chapa ao Governo, o deputado disse que a vaga de vice segue em aberto e deve ser definida apenas na fase final das articulações entre os partidos aliados. Ele também reiterou apoio à pré-candidatura de Natasha Slhessarenko. “Na minha opinião, tem todas as condições de nos representar na disputa de 2026. Será uma surpresa muito positiva. Disputa a eleição para vencer e é o nome que eu defendo para o nosso campo, para a candidatura do governo”.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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