Política
Lúdio avalia como avanço definição antecipada de Natasha e defende mulher no Senado
Política
Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) avaliou como um passo relevante a decisão dos partidos da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, em conjunto com o PSD, de oficializar ainda no início do ano o apoio à pré-candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD) ao Governo de Mato Grosso.
Para o parlamentar, a definição precoce representa uma mudança significativa em relação ao cenário vivido pelo grupo nas eleições de 2022.
Naquele pleito, segundo ele, a articulação ocorreu de forma tardia. A então primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV), foi escolhida candidata ao governo a menos de três meses da eleição para enfrentar o governador Mauro Mendes (União Brasil), que acabou reeleito com ampla votação.
O deputado também relembrou o insucesso do projeto ao Senado naquele ano, quando Neri Geller teve os votos anulados após a cassação do registro de candidatura por decisão da Justiça Eleitoral.
Em entrevista, Lúdio afirmou que o grupo avançou no consenso interno não apenas em torno de Natasha, mas também na construção da candidatura do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), que deve buscar a reeleição ao Senado em 2026. Na avaliação do petista, a antecipação das definições fortalece o campo político de esquerda e centro-esquerda no estado e contribui para a consolidação do palanque do presidente Lula (PT) em Mato Grosso.
O deputado defende que a segunda vaga ao Senado seja ocupada por uma mulher. Segundo ele, essa posição tem sido debatida internamente e será tratada ao longo das próximas semanas. Lúdio lembrou que, anteriormente, chegou a indicar o nome da professora Graciele, ex-vereadora de Sinop e suplente na Assembleia Legislativa, mas destacou que ela tem sinalizado interesse em disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.
Por outro lado, o parlamentar valorizou a disposição da ex-vereadora Edna Sampaio (PT) de se colocar como opção para concorrer ao Senado ao lado de Fávaro. Ele ponderou, no entanto, que qualquer definição passará pela avaliação do senador, que atualmente está licenciado.
Apesar da preferência de Lúdio por uma candidatura feminina, o debate ainda não está encerrado. A Executiva Nacional terá influência direta nas composições, especialmente diante da presença de outros aliados, como o PSB, que integra a base nacional do governo federal.
Em Mato Grosso, o partido é comandado pelo ex-senador e ex-governador Pedro Taques, que também é pré-candidato ao Senado e pode disputar espaço dentro do grupo. O tema deve seguir em discussão entre os partidos aliados para evitar imposições e novos impasses.
Política
Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”
Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.
Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.
“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.
Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.
“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.
A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.
Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.
“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.
Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.
“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.
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