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Política

Gisela é reconduzida à CCJ e consolida protagonismo no núcleo mais estratégico da Câmara

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Vice-líder do maior bloco parlamentar da Câmara dos Deputados – que reúne oito partidos e 363 parlamentares -, a deputada federal Gisela Simona (União Brasil-MT) foi reconduzida, pelo terceiro ano consecutivo, à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), considerada a instância mais estratégica e influente do Parlamento brasileiro.

A CCJ é o principal filtro constitucional da Câmara. É por ela que passam todos os projetos de lei antes de seguirem para votação em plenário. Assim, cabe à comissão analisar a constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa das propostas, além de abrir o primeiro grande campo de debate sobre temas que frequentemente dominam a agenda nacional.

A permanência de Gisela na CCJ consolida o reconhecimento de sua atuação técnica, firme e combativa em pautas estruturantes. E a consolida dentro de um espaço político que definitivamente é o centro das decisões legislativas.

“Ser membro da comissão mais importante da Câmara exige responsabilidade, coragem e compromisso com a Constituição. É ali que garantimos que cada projeto aprovado esteja em sintonia com os princípios que regem o país e com o que a sociedade espera do Parlamento”, afirma.

Nos últimos 32 meses, a parlamentar se posicionou de forma clara em debates sensíveis. E deve analisar, em breve, junto com outros membros da CCJ, propostas como o fim da escala 6×1: regime em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um, e a discussão sobre a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes cometidos com violência extrema.

Advogada de formação, sua atuação técnica lhe garantiu a relatoria do chamado ‘Pacote Antifeminicídio’, aprovado na Câmara em setembro de 2024 e convertido em lei no mês seguinte, ampliando o rigor das penas e estabelecendo punição de até 40 anos de prisão para feminicidas: um marco no enfrentamento à violência de gênero no país.

A parlamentar igualmente lidera a bancada feminina do partido, composta por 11 deputadas na Câmara, ampliando sua influência nos debates de gênero e direitos fundamentais.

Gisela igualmente integra a comissão especial que analisa a chamada ‘PEC da Reparação’ – PEC 27/2024 -, proposta que cria mecanismos de correção histórica e promoção de igualdade à população negra brasileira, a Comissão de Defesa da Mulher e faz parte da Comissão dos Direitos do Consumidor.

Outra de suas frentes históricas de atuação, que levou a deputada a protocolar o PL 4698/2025, que propõe a extinção do crédito consignado para aposentados e pensionistas, diante de denúncias recorrentes de falta de informação adequada e endividamento abusivo. E pediu a proibição de operações de crédito em nome de menores de idade, após a revelação, na CPMI do INSS, do uso irregular de mais de 500 mil CPFs de crianças e adolescentes.



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“Me entrega a chave do DAE”, diz prefeita ao culpar vice por crise da água em Várzea Grande

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Conteúdo/ODOC – Em entrevista à Rádio Jovem Pan, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), questionada sobre o Departamento de Água e Esgoto (DAE), principalmente em relação às críticas devido a falta de água no município, lavou as mãos e disse que o controle do DAE-VG é do vice-prefeito, Tião da Zaeli, do mesmo partido de Moretti.

Moretti disse ainda que as indicações, nomeações e toda a operação do DAE está a cargo do presidente do Departamento, Zilmar Dias da Silva.

Moretti foi direta sobre o questionamento: “não, nenhum controle!. Quem manda lá no DAE é o Tião da Zaeli”, afirmou a prefeita. “Mas estou dizendo hoje… já falei: 2026 é outra Flávia, é outra prefeita. Se hoje estão jogando a culpa do DAE em cima de mim, então me entrega a chave do DAE”, emendou Flávia Moretti.

A prefeita fez questão de adiantar – por outro lado -, que já recebeu o diagnóstico novo Plano de Saneamento Básico e a modelagem da concessão do DAE para discutir com a população. “Essa é a minha vertente: entregar o DAE para a concessionária que ganhar essa concessão. Entregar um valor justo, numa outorga justa, de uma forma bem entabulada de investimento, para que tanto eu como os futuros gestores possam cobrar no dia a dia, ponto a ponto, os investimentos conforme a modelagem contratual”, disse.



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