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Fusão avança, mas preocupa na formação de chapa para deputado estadual

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À imprensa nesta quarta-feira (19), o deputado estadual Paulo Araújo, presidente do PP de Mato Grosso, disse que o Progressistas já negocia no plano nacional uma federação com o União Brasil. Ele adiantou que as tratativas estão sendo feitas pelo presidente nacional da agremiação, Ciro Nogueira.

O progressista vê na fusão com o União Brasil uma boa oportunidade para a chapa majoritária e de deputados federais, mas demonstra preocupação em relação a chapa de candidatos a deputado estadual.

“A união facilita a formação de uma chapa muito forte para a Câmara Federal, nós já tínhamos quatro candidatos para deputado federal”, disse Araújo, emendando que “atrapalha muito para a formação da chapa de deputado estadual”, disse.

“O peso do União Brasil é muito maior, tem o governador, cinco deputados estaduais, senador e dois federais”, disse o presidente do PP sobre a federação. Conforme Paulo Araújo, além do forte time, em relação a chapa de estadual, o PP tinha mais expectativa se caminhasse sozinho no ano que vem.

“Nós temos aí vários pré-candidatos que não estão no mandado, e que comigo sozinho eles tinham expectativa de uma eleição, fazendo de dois a três deputados estaduais dentro do PP”, destacou.



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Secretário nega convite para ser vice e garante que buscará novo mandato na Câmara

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Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), negou ter recebido convite para compor como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, não há qualquer tratativa nesse sentido, e seu projeto político para as próximas eleições já está definido.

“Sou candidato a deputado federal e, para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice, mas já defini o meu projeto de ser candidato a federal”, afirmou Garcia em entrevista à CBN Cuiabá. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, acrescentou.

Eleito deputado federal em 2022, Garcia deixou o mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, abrindo espaço para a suplente Gisela Carmona (União). Desde então, atua diretamente na articulação política e administrativa do Executivo estadual.

O secretário afirmou que sua motivação para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados está relacionada à necessidade de enfrentar problemas estruturais do país. “Acredito muito que o Brasil precisa fazer grandes enfrentamentos para o futuro, para que a gente possa arrumar o País. Temos problemas institucionais muito sérios, as pessoas estão vivendo com medo no Brasil, de se expressar, de se manifestar, isso não é correto para um país democrático”, disse.

Garcia também criticou o tamanho e o custo da máquina pública e afirmou que pretende concluir sua missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar integralmente à campanha. “Um país inteiro não pode trabalhar para sustentar uma máquina pública que é cada dia mais cara, mais pesada, mais burocrática e ineficiente. E que não tem dinheiro para fazer investimento”, declarou, acrescentando que a experiência no Executivo estadual o prepara para novos desafios: “Conheço agora muito bem o Executivo Estadual, conheço o Governo do Estado e toda a complexidade que é governar Mato Grosso. Isso me satisfaz, porque me prepara para o futuro”.



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