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Política

Fábio Garcia minimiza críticas da AL e diz que não há embate por atraso em emendas em MT

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Política


Conteúdo/ODOC – O secretário chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fábio Garcia (União), negou que exista um conflito entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa em razão do atraso no pagamento de emendas parlamentares.

A declaração ocorre após críticas feitas pelo presidente do Parlamento, deputado Max Russi (PSB), que atribuiu à Casa Civil o descumprimento de um acordo que condicionava a votação da Lei Orçamentária Anual à liberação dos recursos.

Segundo Garcia, o Estado já empenhou cerca de 95% das emendas impositivas e o restante deve ser processado nos próximos dias, sem qualquer prejuízo à população. Ele afirmou que o prazo legal para o empenho vai até 31 de dezembro e que eventuais atrasos de poucos dias não caracterizam descumprimento ou impacto relevante.

“Não vejo aqui nenhum prejuízo à população de Mato Grosso, porque é natural empenhar emenda até 31 de dezembro. Se não empenhou até o dia 17, mas empenhar até o dia 19, isso não é um prejuízo ou uma sacanagem com ninguém”, afirmou.

As críticas partiram de Max Russi após a Casa não votar a LOA nesta semana. Na tribuna, o presidente da Assembleia disse que havia um compromisso para que todas as emendas fossem pagas até a quarta feira (17), o que não ocorreu, levando ao adiamento da votação para a próxima segunda feira (22).

Em resposta, Garcia adotou um tom conciliador e afirmou que o governo segue trabalhando para cumprir o acordo firmado com os deputados. “Me desculpe, presidente Max, mas não enxergo isso como algo dessa magnitude. Já empenhamos 95% das emendas e todas aquelas solicitadas pelos deputados”, disse.

O secretário explicou ainda que parte das emendas que não foram empenhadas apresenta problemas técnicos ou impedimentos legais que não podem ser solucionados pelo Executivo. Segundo ele, nesses casos, cabe ao próprio parlamentar proponente corrigir as falhas.

“Vai ficar para trás apenas aquelas emendas que têm problema de ordem técnica insanável. Nosso compromisso, assim como determina a legislação, é empenhar 100% das emendas impositivas até 31 de dezembro”, afirmou.

Ao final, Garcia reforçou que o governo pretende antecipar esse prazo para destravar a votação do orçamento estadual. “Existe um acordo com a Assembleia para estar tudo 100% empenhado para que haja a votação do orçamento. E nós vamos cumprir o acordo”, concluiu.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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