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Política

Deputado rebate vereador sobre apoio do União a Pivetta: “Não sabe nem as cores do partido”

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Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) reagiu com dureza às declarações do vereador cuiabano Dilemário Alencar (UB), que havia sugerido que a sigla poderia apoiar o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo do Estado em 2026.

Em entrevista concedida nesta quarta-feira (17), Júlio afirmou que o vereador não tem legitimidade para falar em nome do partido e chegou a aconselhá-lo a deixar a legenda. “Ele pode emitir opiniões pessoais, mas não pode se pronunciar pelo União Brasil. Não tem autorização nem do diretório municipal, muito menos do regional. Se não está satisfeito, que peça para sair”, disparou o parlamentar.

Segundo Júlio, a discussão sobre o posicionamento da sigla em relação às eleições de 2026 só ocorrerá no próximo ano, mas a orientação da base é clara: a preferência é por candidatura própria. Nesse cenário, ele ressaltou que o nome natural do partido é o do ex-senador Jayme Campos, seu irmão.

“Pode ser Pivetta, pode ser Hélio, pode ser outro nome, mas o princípio da base é a candidatura própria. O candidato natural do União Brasil ao governo do Estado chama-se Jayme Veríssimo de Campos”, reforçou.

O deputado ainda questionou a representatividade de Dilemário dentro da legenda. Para Júlio, o vereador, que ingressou no União Brasil em 2024, não tem vínculo histórico com a sigla e desconhece a militância no interior.

“Ele não conhece os prefeitos, não sabe quem são os 300 vereadores do União Brasil, não entende o sentimento da base por uma candidatura própria. Entrou apenas para disputar eleição e nunca foi do nosso grupo político. Não tem espírito de União Brasil no corpo dele, nem sabe quais são as cores e os estatutos do partido”, ironizou.

Apesar da crítica, Júlio assegurou que as falas de Dilemário não afetam a força de Jayme Campos dentro do partido, nem colocam em risco o projeto majoritário do União Brasil para 2026.



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Secretário nega convite para ser vice e garante que buscará novo mandato na Câmara

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Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), negou ter recebido convite para compor como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, não há qualquer tratativa nesse sentido, e seu projeto político para as próximas eleições já está definido.

“Sou candidato a deputado federal e, para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice, mas já defini o meu projeto de ser candidato a federal”, afirmou Garcia em entrevista à CBN Cuiabá. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, acrescentou.

Eleito deputado federal em 2022, Garcia deixou o mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, abrindo espaço para a suplente Gisela Carmona (União). Desde então, atua diretamente na articulação política e administrativa do Executivo estadual.

O secretário afirmou que sua motivação para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados está relacionada à necessidade de enfrentar problemas estruturais do país. “Acredito muito que o Brasil precisa fazer grandes enfrentamentos para o futuro, para que a gente possa arrumar o País. Temos problemas institucionais muito sérios, as pessoas estão vivendo com medo no Brasil, de se expressar, de se manifestar, isso não é correto para um país democrático”, disse.

Garcia também criticou o tamanho e o custo da máquina pública e afirmou que pretende concluir sua missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar integralmente à campanha. “Um país inteiro não pode trabalhar para sustentar uma máquina pública que é cada dia mais cara, mais pesada, mais burocrática e ineficiente. E que não tem dinheiro para fazer investimento”, declarou, acrescentando que a experiência no Executivo estadual o prepara para novos desafios: “Conheço agora muito bem o Executivo Estadual, conheço o Governo do Estado e toda a complexidade que é governar Mato Grosso. Isso me satisfaz, porque me prepara para o futuro”.



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