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Política

Cuiabá cria nova Secretaria e prevê economia de R$ 15 milhões aos cofres públicos até o fim do ano

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou a criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SDTA). A ação foi comunicada em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (4), no Palácio Alencastro, sede da Prefeitura de Cuiabá.

A nova pasta surge a partir da fusão da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho com a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico.

A medida busca otimizar recursos públicos, reduzir custos e tornar a gestão mais eficiente, sem ampliar despesas ou criar novos cargos comissionados. A proposta foi encaminhada para apreciação da Câmara Municipal.

“Estamos fazendo fusões de secretarias com objetivo da economicidade, mas também para que essas secretarias elas não percam a eficiência e os bons resultados que elas vêm apresentando”, destacou o prefeito.

A SDTA terá como responsabilidade formular, coordenar e executar políticas públicas voltadas para o desenvolvimento econômico, o fomento à indústria, comércio e serviços, além da promoção do turismo. Também ficará a cargo da nova secretaria a execução de ações voltadas ao desenvolvimento rural, agricultura familiar, abastecimento, geração de emprego e renda, e capacitação profissional.

“A reestruturação proposta não visa à criação de novas estruturas, mas sim à reorganização inteligente e à otimização das existentes. Os recursos humanos, materiais e financeiros que hoje se encontram dispersos em duas pastas serão realocados e geridos de forma centralizada, sem que haja a necessidade de novas contratações ou de ampliação do custeio”, reforça Abilio.

O titular da pasta será o secretário Fernando Medeiros, que já era responsável pelo Turismo e Desenvolvimento Econômico. Vicente Falcão (secretário de Agricultura e Trabalho) e o adjunto Renildo França seguem reforçando a equipe com a devida autonomia na formulação e execução de projetos.

Essa é a terceira fusão anunciada pelo Executivo. A primeira juntou as pastas do Esporte e Lazer com a Cultura e Educação; outra fusão foi a Mobilidade Urbana com a Segurança Pública. Com essas três junções o município tem previsão economizar em torno de R$ 15 milhões.



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Júlio Campos vê cenário duro para Flávio Bolsonaro contra Lula em 2026

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Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Júlio Campos (União) avaliou que uma eventual pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República enfrentará um cenário eleitoral difícil. Segundo ele, a disputa contra o presidente Lula, que deve tentar a reeleição, tende a ser dura.

Para o parlamentar, apenas o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na sede da Polícia Federal, em Brasília, não será suficiente para garantir competitividade. Júlio destacou que Lula entra em vantagem por estar no exercício do poder.

Na avaliação do deputado, o presidente se beneficia da máquina pública e de estratégias políticas voltadas principalmente à população de baixa renda. “Não é fácil derrotar um presidente no exercício do poder, ainda mais um presidente que sabe fazer política como Lula, e que não mede as consequências em fazer as vantagens, em antecipar a compra do voto. É bolsa isto, bolsa aquilo, isenção disso, isenção daquilo”.

Questionado sobre a força eleitoral de Flávio Bolsonaro, Júlio afirmou que o senador ainda precisa se apresentar melhor ao eleitorado para ampliar sua base de apoio. Ele também ressaltou que a união da direita será fundamental para equilibrar a disputa. “A direita unida tem chance de disputar de igual para igual, mas desunida poderá não ter o sucesso esperado”.

O deputado lembrou que, em 2022, mesmo com a direita unificada em torno da reeleição de Jair Bolsonaro, o grupo não conseguiu vencer Lula. Ainda assim, afirmou que o atual governo enfrenta dificuldades, o que pode influenciar o cenário de 2026. “O governo também não está tão bem avaliado. Ainda na última pesquisa, a maioria da população não está de acordo com o atual governo, com as medidas que ele tem tomado, mas eleição é eleição”.



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