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Política

Cattani chama de “absurdo jurídico” tentativa de retirar feminicídio da condenação pela morte da filha

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Política


Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) reagiu com duras críticas à tentativa da Defensoria Pública de Mato Grosso de afastar a qualificadora de feminicídio da condenação de Rodrigo Xavier, um dos responsáveis pelo assassinato de sua filha, Raquel Cattani. Para o parlamentar, o pedido não tem fundamento e desconsidera a gravidade do crime.

Rodrigo Xavier e o irmão, Romero Xavier, foram condenados pelo Tribunal do Júri a penas superiores a 30 anos de prisão, em regime fechado. Conforme a decisão, Romero, ex-marido de Raquel, planejou o homicídio por não aceitar o fim do relacionamento e pagou R$ 4 mil para que o irmão executasse o crime.

Raquel Cattani foi morta em 18 de julho de 2024, em uma propriedade rural no Assentamento Pontal do Marape, em Nova Mutum (a cerca de 264 km de Cuiabá). Ela foi atacada com mais de 30 golpes de faca.

Durante o julgamento, a Defensoria sustentou que Rodrigo não mantinha relação íntima com a vítima e, por isso, não poderia responder por feminicídio. A tese foi rejeitada pelo Tribunal do Júri.

Cattani afirmou que o argumento apresentado ignora o vínculo familiar entre autor e vítima. Segundo ele, Rodrigo era cunhado de Raquel e tio dos filhos dela, além de ter participado de um crime cometido no contexto de violência doméstica e familiar. Para o deputado, tratar o caso como algo fora desse contexto é desconsiderar a realidade dos fatos.

Apesar da negativa do júri, a defesa anunciou que irá recorrer da decisão. O pedido ainda será analisado pela Justiça de Mato Grosso.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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