Eleição Cuiabá
Botelho terá maior tempo de propaganda eleitoral conforme legislação eleitoral
A divisão conforme a legislação eleitoral, dividiu os 600 segundos de propaganda (10 minutos), em 90% distribuídos proporcionalmente pelo número de deputados
Política
Com as convenções eleitorais na capital e as coligações partidárias definidas, já se pode estabelecer a exibição do tempo de rádio e de televisão que os candidatos a prefeito de Cuiabá terão a sua disposição. A divisão conforme a legislação eleitoral, dividiu os 600 segundos de propaganda (10 minutos), em 90% distribuídos proporcionalmente pelo número de deputados, e o 10% restante dividido igualitariamente.
O pré-candidato Eduardo Botelho (União), desfrutará do maior tempo que é 3 minutos e 48 segundos de rádio e televisão. Isso porque sua aliança (Juntos por Cuiabá) é composta pelo União, Republicanos, PP, PSB, PRD, PMB, Federação PSDB/Cidadania, Solidariedade e Podemos. Considerando a esses partidos, a chapa de Botelho tem 197 parlamentares, garantindo o maior tempo de propaganda. Somando mais 12 segundos distribuídos igualitariamente entre os candidatos, chegará a 3 minutos e 46 segundos.
O segundo maior tempo fica com o candidato Lúdio Cabral (PT). Com a Coligação ‘Coragem e Força para Mudar’ (Federação PT, PV e PCdoB, PSD e Federação Psol/Rede), a chapa ficará com 2 minutos e 45 segundos, incluindo já a divisão de 1 minutos entre os 5 candidatos.
O deputado Abílio Brunini (PL), terá 1 minutos e 58 segundos para exibir seu programa eleitoral. Mesmo o PL sendo a maior bancada da Câmara Federal com 95 parlamentares, os demais partidos que compõe a Coligação “Resgatando Cuiabá” é composta pelo Novo, PRTB e DC. Desses apenas o Novo, com 3 parlamentares. O candidato Domingos Kennedy (MDB), da coligação “Por amor a Cuiabá” (MDB e PDT), ficará com 1 minuto e 19 segundos.
Já o candidato do PCO, Ricardo Tomaz, ficará com os 12 segundos restantes. Isso porque a sigla só tem direito a divisão de 1 minuto do tempo entre todos os candidatos de forma igualitária. A projeção foi feita com base na atual composição da Câmara Federal.
O TSE tem até o dia 13 de agosto para divulgar a atual composição da Câmara Federal, com a data limite de 20 de julho de 2024, para divisão do tempo destinado à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e para a realização de debates. Com a exibição da propaganda no horário eleitoral gratuito em rádio e TV vai de 30 de agosto a 3 de outubro.
A contagem é feita considerando-se os 35 dias anteriores à antevéspera do 1º turno. Em municípios onde haverá 2º turno, a propaganda em rádio e TV ocorrerá de 11 a 25 de outubro.
Política
Secretário nega convite para ser vice e garante que buscará novo mandato na Câmara
Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), negou ter recebido convite para compor como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, não há qualquer tratativa nesse sentido, e seu projeto político para as próximas eleições já está definido.
“Sou candidato a deputado federal e, para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice, mas já defini o meu projeto de ser candidato a federal”, afirmou Garcia em entrevista à CBN Cuiabá. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, acrescentou.
Eleito deputado federal em 2022, Garcia deixou o mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, abrindo espaço para a suplente Gisela Carmona (União). Desde então, atua diretamente na articulação política e administrativa do Executivo estadual.
O secretário afirmou que sua motivação para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados está relacionada à necessidade de enfrentar problemas estruturais do país. “Acredito muito que o Brasil precisa fazer grandes enfrentamentos para o futuro, para que a gente possa arrumar o País. Temos problemas institucionais muito sérios, as pessoas estão vivendo com medo no Brasil, de se expressar, de se manifestar, isso não é correto para um país democrático”, disse.
Garcia também criticou o tamanho e o custo da máquina pública e afirmou que pretende concluir sua missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar integralmente à campanha. “Um país inteiro não pode trabalhar para sustentar uma máquina pública que é cada dia mais cara, mais pesada, mais burocrática e ineficiente. E que não tem dinheiro para fazer investimento”, declarou, acrescentando que a experiência no Executivo estadual o prepara para novos desafios: “Conheço agora muito bem o Executivo Estadual, conheço o Governo do Estado e toda a complexidade que é governar Mato Grosso. Isso me satisfaz, porque me prepara para o futuro”.
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