CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.
Pesquisar
Close this search box.

mesa diretora

BOTELHO: NÃO HOUVE INTERFERÊNCIAS DO GOVERNO NA FORMAÇÃO DA MESA DA ASSEMBLEIA

Botelho disse que evitou fazer prognóstico da nova diretoria do parlamento,

Publicado em

Política

Foto JLSiqueira AL-MT

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União), negou veementemente interferências do governador Mauro Mendes (União) no processo de formação da chapa de consenso para a próxima Mesa Diretora.
Botelho declarou em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (7), que até evitou fazer prognóstico da nova diretoria do parlamento, alegando que não participou das discussões sobre o tema por estar focado em sua candidatura a prefeito de Cuiabá.
O parlamentar destacou que se “intrometeu” apenas para ajudar na disputa que havia se formado em torno do cargo de primeiro-secretário.
“Quem tem que falar é o deputado Max [Russi], é doutor João que está na chapa, não participei das articulações, nunca aceitei conversar com ninguém, sempre fiz a chapa aqui. Eu sempre digo para os deputados, conversem aqui com seus colegas, com seus pares, é aqui que é formado, é aqui que é que tem o sentimento de cada um”, explicou.
“Nunca aceitei interferência e não acredito que teve, se teve não foi comigo, porque nunca aceitei fazer discussões sobre a mesa a não ser com os deputados”, acrescentou.
Nos bastidores, existem comentários de que o governador tentou emplacar seu vice-líder, Beto Dois a Um (União), na vaga que tinha como preferida a deputada Janaina Riva (MDB). Depois de muitas reuniões e idas e vindas, o posicionamento do pai de Janaina, ex-deputado José Riva, de que ela poderia se tornar oposição se não fosse eleita ao cargo, optaram por escolher Dr João, que não tinha desejo pelo cargo e foi pego de surpresa com a decisão.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Polícia Civil prende três pessoas por inserção de dados falsos em sistemas do município de Cuiabá

Publicados

em


A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Déjà Vu, para cumprimento de 43 ordens judiciais, com o objetivo de apurar indícios do crime de inserção de dados falsos em sistema informatizado e de crimes correlatos, como corrupção e associação criminosa, praticados contra a Procuradoria-Geral do município de Cuiabá. 

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), teve início em abril de 2025, a partir de notícia de fato encaminhada pelo órgão no final do primeiro trimestre do ano. 

São cumpridas na operação, três prisões cautelares, doze mandados de busca e apreensão, nove medidas cautelares diversas da prisão, três afastamentos do serviço público, quatro medidas de sequestro de bens e doze bloqueios de valores, totalizando R$ 491.450,45, deferidas pelo Juízo do Núcleo do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá.

A Polícia Civil também representou por providências destinadas a evitar a destruição de evidências, resguardar a instrução e por constrições patrimoniais para assegurar eventual ressarcimento ao erário. 

As investigações apontam a suspeita de uso indevido de credenciais (logins/senhas) e de rotinas internas para a realização de lançamentos e cancelamentos irregulares, com potencial impacto na arrecadação e na regularidade de registros administrativos. Também são apurados indícios de vantagem indevida, possivelmente vinculada a “intermediações” e supostos “serviços” relacionados à alteração de registros.

As ordens judiciais visam à coleta, preservação e análise de elementos informativos, com ênfase em dispositivos eletrônicos e registros digitais relevantes para o esclarecimento dos fatos.

Déjà Vu

O nome da operação faz referência à repetição de padrões identificados ao longo da apuração, relacionados a lançamentos e cancelamentos que, em tese, apresentam recorrência e similaridade operacional, demandando aprofundamento técnico e rastreabilidade digital.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA