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MESA DIRETORA AL-MT

BOTELHO AVISA A MAX RUSSI – PRESIDENTE ELEITO DA AL-MT: QUE O SENHOR FALE E CUMPRA

Botelho quer que pautas da AL-MT sejam resolvidas na casa

Publicado em

Política

Foto Fablicio Rodrigues AL-MT

Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, em seu discurso após a decisão sobre a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, desejou uma boa gestão ao sucessor, Max Russi, e orientou para que ele “honre a palavra” e que as discussões da Casa sejam resolvidas ali. O chefe da Casa de Leis de Mato Grosso pediu que as tratativas não sejam levadas aos outros Poderes, numa clara repreensão após rumores de pressão externa para a escolha da direção.

“Que o senhor fale e cumpra. Deputado tem que ser assim, ter palavra. Falou, está falado”, disse logo após a divulgação do resultado que escolheu a chapa de Max, por unanimidade, para gerenciar a casa no biênio 2025/2027.

Na fala, Botelho ainda orientou que os assuntos do Legislativo sejam discutidos e resolvidos internamente.

“As articulações têm que ser aqui nesta casa, as decisões, aqui. Escuta, resolve, não pode sair daqui. Não adianta pedir voto fora daqui, porque quem decide é aqui. Todas as discussões aqui, é o que espero que o senhor faça, deputado Max. Parabéns”, celebrou.

Botelho, no fim, comemorou a escolha da chapa com votos de todos os legisladores após meses de discussões e rumores de nomes para disputar os cargos mais desejados: presidente e 1º secretário. Ao fim das articulações, o nome de Doutor João foi indicado a primeiro secretário como um ponto de “consenso” na Casa. A Parlamento Mais Forte foi registrada na segunda-feira (5) e a única concorrente.

“Nós conseguimos aqui unanimidade nesta votação, que o senhor seja um grande presidente e que Deus o abençoe. Que sempre peça o poder de Deus em suas decisões”, disse Botelho.

Nova composição da Mesa Diretora para biênio 2025/2026

A chapa escolhida nesta quarta-feira (7) é formada por Max Russi (PSB) como presidente, Júlio Campos (União) como 1º vice-presidente, Gilberto Cattani (PL) como 2º vice-presidente, Wilson Santos (PSD) é o 3º vice-presidente, Doutor João (MDB) é 1º secretário,  Paulo Araújo (PP) ficou como 2º secretário; Diego Guimarães (Republicanos) é o 3º secretário; Elizeu Nascimento (PL) foi escolhido o 4º secretário; Fábio Tardin (PSB) 5º secretário; Juca do Guaraná (MDB) e como 6º secretário.

 

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Secretário nega convite para ser vice e garante que buscará novo mandato na Câmara

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Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), negou ter recebido convite para compor como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, não há qualquer tratativa nesse sentido, e seu projeto político para as próximas eleições já está definido.

“Sou candidato a deputado federal e, para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice, mas já defini o meu projeto de ser candidato a federal”, afirmou Garcia em entrevista à CBN Cuiabá. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, acrescentou.

Eleito deputado federal em 2022, Garcia deixou o mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, abrindo espaço para a suplente Gisela Carmona (União). Desde então, atua diretamente na articulação política e administrativa do Executivo estadual.

O secretário afirmou que sua motivação para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados está relacionada à necessidade de enfrentar problemas estruturais do país. “Acredito muito que o Brasil precisa fazer grandes enfrentamentos para o futuro, para que a gente possa arrumar o País. Temos problemas institucionais muito sérios, as pessoas estão vivendo com medo no Brasil, de se expressar, de se manifestar, isso não é correto para um país democrático”, disse.

Garcia também criticou o tamanho e o custo da máquina pública e afirmou que pretende concluir sua missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar integralmente à campanha. “Um país inteiro não pode trabalhar para sustentar uma máquina pública que é cada dia mais cara, mais pesada, mais burocrática e ineficiente. E que não tem dinheiro para fazer investimento”, declarou, acrescentando que a experiência no Executivo estadual o prepara para novos desafios: “Conheço agora muito bem o Executivo Estadual, conheço o Governo do Estado e toda a complexidade que é governar Mato Grosso. Isso me satisfaz, porque me prepara para o futuro”.



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