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EXIGEM DURAS PENAS

BANCADA FEDERAL DE MT REAGE AO ASSASSINATO CRUEL DE MÃE E TRÊS FILHAS EM SORRISO

Bancada Federal de Mato Grosso reagiu duramente ao assassinato brutal de uma mãe de 46 anos e suas 3 filhas

Publicado em

Política

Reprodução

ATUALIZADA às 13h42 – A Bancada Federal de Mato Grosso reagiu duramente ao assassinato brutal de uma de mãe de 46 anos e suas 3 filhas, na última segunda-feira (27), no bairro Florais da Mata, em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá). As vítimas foram cruelmente degoladas e violentadas sexualmente pelo pedreiro Gilberto Rodrigues, 32.

Na sessão desta terça-feira (28), a senadora Margareth Buzetti (PSD) classificou o crime como um “deboche na cara da sociedade”, diante da fragilidade do sistema penal brasileiro.

“É um deboche na cara da sociedade um foragido da Justiça por dois crimes que, por si só, já garantiriam anos de prisão (estupro, tentativa de assassinato e latrocínio), estar solto e tirar a vida de mais quatro inocentes!”, disparou Buzetti.

A advogada e deputada federal Gisela Simona (União) utilizou a tribuna do parlamento para manifestar sobre o caso. Em seu discurso, ela destacou que não só Mato Grosso, como o Brasil estão em luto.

“Mato Grosso está em Luto. O Brasil está em Luto. Mais quatro mulheres foram vítimas de violência com uma crueldade inimaginável. Não podemos mais “aceitar” que esse tipo de violência contra mulheres ocorra sem punição severa. Precisamos nos unir e combater. É muito fácil fazer discurso de apoio contra o feminicídio, contra as agressões sexuais, mas é preciso que ajam ações concretas”, disse.

A deputada federal Coronel Fernanda também demonstrou indignação com o caso através das redes sociais. Para ela, o crime “destaca a vulnerabilidade extrema das mulheres em nossa sociedade”. “Este ato de violência é um reflexo alarmante do que mulheres e meninas enfrentam diariamente em nosso país. No Brasil, a cada hora, mulheres são vítimas de violência. Isso tem que acabar. Não podemos ficar em silêncio”, disse.

Da mesma forma, a deputada Amália Barros (PL) também considerou a notícia “devastadora”. “Estendo meus sentimentos mais sinceros a todos os familiares e amigos afetados por esse crime bárbaro”, publicou a deputada. Colega de partido de Amália, o deputado Federal Coronel Assis (União-MT), criticou o sistema penal brasileiro e apontou que as falhas existentes no país colaboram para crimes bárbaros.

“Será que esse bandido merece ser sustentado pelo Poder Público? Esse criminoso não merece a progressão de regime, nem mesmo ver a luz do sol. Infelizmente o país virou o paraíso da impunidade, onde reina a injustiça e a falência do sistema de Justiça. Bandido não pode encontrar conforto na nossa legislação, tem que temer a lei”, disse.

A deputada Janaina Riva (MDB) também cobrou leis mais rigorosas. “Minha mãe não gosta que eu defenda a morte de ninguém. Somos cristãos e toda vez que falo disso, ela se chateia comigo. Mas não vejo outro caminho que não seja prisão perpétua ou pena de morte em casos como esses. Me dói dizer, não se trata de A ou B, filho do fulano ou do ciclano. A lei deve ser igual pra todos e deve ser rigorosa”, disse.
O caso 

Cleci Calvi Cardoso, 46, e suas filhas Miliane Calvi Cardoso, 19, Manuela Calvi Cardoso, 13, e Melissa Calvi Cardoso,10, foram encontradas mortas na manhã desta segunda-feira (27), no bairro Florais da Mata, em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá). As vítimas estavam degoladas e 3 delas nuas.

O pedreiro foi preso horas depois após confessar ter cometido a chacina, ele relatou aos policiais que esfaqueou Cleci Calvi Cardoso, 46, e suas 2 filhas Miliane Calvi Cardoso, 19, Manuela Calvi Cardoso, 13 e, enquanto elas ainda agonizavam, as estuprou. A filha mais nova, Melissa Calvi Cardoso, 10, foi morta asfixiada.

 

 

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Secretário nega convite para ser vice e garante que buscará novo mandato na Câmara

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Conteúdo/ODOC – O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), negou ter recebido convite para compor como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, não há qualquer tratativa nesse sentido, e seu projeto político para as próximas eleições já está definido.

“Sou candidato a deputado federal e, para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice, mas já defini o meu projeto de ser candidato a federal”, afirmou Garcia em entrevista à CBN Cuiabá. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, acrescentou.

Eleito deputado federal em 2022, Garcia deixou o mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, abrindo espaço para a suplente Gisela Carmona (União). Desde então, atua diretamente na articulação política e administrativa do Executivo estadual.

O secretário afirmou que sua motivação para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados está relacionada à necessidade de enfrentar problemas estruturais do país. “Acredito muito que o Brasil precisa fazer grandes enfrentamentos para o futuro, para que a gente possa arrumar o País. Temos problemas institucionais muito sérios, as pessoas estão vivendo com medo no Brasil, de se expressar, de se manifestar, isso não é correto para um país democrático”, disse.

Garcia também criticou o tamanho e o custo da máquina pública e afirmou que pretende concluir sua missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar integralmente à campanha. “Um país inteiro não pode trabalhar para sustentar uma máquina pública que é cada dia mais cara, mais pesada, mais burocrática e ineficiente. E que não tem dinheiro para fazer investimento”, declarou, acrescentando que a experiência no Executivo estadual o prepara para novos desafios: “Conheço agora muito bem o Executivo Estadual, conheço o Governo do Estado e toda a complexidade que é governar Mato Grosso. Isso me satisfaz, porque me prepara para o futuro”.



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