Política
Agrônomo assume lugar de policial afastado da Câmara de Cuiabá após operação
Política
O agrônomo Gustavo Padilha (PSB) tomou posse como vereador na manhã desta terça-feira (13), na Câmara de Cuiabá. Com 2.113 votos na última eleição, Gustavo assume o lugar do vereador Sargento Joelson (PSB), afastado por tempo indeterminado após a Operação Perfídia. Gustavo demonstrou entusiasmo com o novo desafio e garantiu seu compromisso com Cuiabá.
“Estive aqui em 2012, como estagiário, e agora, volto como vereador da nossa capital. Nesses anos, construí uma trajetória política. Fui líder estudantil do meu partido. Em 2020, concorri à minha primeira eleição, com apenas 25 anos. Tive a oportunidade de ser secretário adjunto da Agricultura Familiar. Em 2024, me coloquei à disposição da população cuiabana, que confiou no meu trabalho e, com meus 2.113 votos, estou aqui. Firmo meu compromisso com essa cidade que amo”, destacou ele.
Primeiro suplente, Gustavo Padilha declarou que será um parlamentar propositivo e enfatizou sua independência.
“Acredito que todos os vereadores são independentes. Tomarei posições favoráveis à população e, caso contrário, serei contrário. Essa decisão não é uma orientação do partido, e sim minha”, disse.
Gustavo Padilha destacou sua experiência como presidente estudantil do partido PSB e à frente da pasta da agricultura familiar e prometeu reforçar suas bandeiras.
“Como líder estudantil, uma das primeiras temáticas que trabalhei foi o meio ambiente, firmando um compromisso com a arborização. Temos um projeto chamado “Blitz Verde” desde 2019, plantando em bairros e distribuindo mudas nas feiras livres. Já como adjunto na agricultura familiar, vi a necessidade de fortalecermos as feiras livres da cidade. E, por fim, as pipas, com as quais tenho uma relação muito forte. É um esporte fantástico e, como vereador, vou intensificar isso em Cuiabá por que não um “pipodrômo” na nossa cidade? Essa é uma das nossas pautas também”, finalizou.
Operação Perfídia
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR), deflagrou, em 24 de abril, a Operação Perfídia, com o objetivo de investigar crimes de corrupção na Câmara Municipal de Cuiabá, envolvendo a empresa responsável pelas obras do Contorno Leste.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos gabinetes dos vereadores Chico 2000 (PL) e Sargento Joelson (PSB), que, posteriormente, foram afastados dos exercícios das funções públicas por tempo indeterminado, após decisão da juíza Edina Ederli Coutinho.
Política
“Qualquer um pode falar que é candidato”, diz Mauro Mendes ao reagir à pressão de Jayme Campos
Conteúdo/ODOC – O governador Mauro Mendes (União) afirmou nesta quinta-feira (11) que não vê motivo para antecipar o debate sobre a sucessão estadual de 2026 e minimizou a movimentação do senador Jayme Campos (União), que voltou a defender publicamente sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás. Segundo Mendes, qualquer discussão interna sobre nomes só ocorrerá no tempo adequado e dentro das regras partidárias.
Ao comentar as declarações do senador, o governador disse que não recebeu nenhuma comunicação formal sobre a pré-candidatura e ressaltou que manifestações individuais não significam definição de candidatura. Para ele, o processo passa necessariamente pelas convenções do próximo ano. “Qualquer filiado ao partido pode lançar o que quiser. Quem quiser falar que é candidato, pode. Isso não é proibido, é um país democrático. Mas isso é definido nas convenções partidárias”, afirmou.
Mauro Mendes reforçou que a eleição ainda está distante e que sua atenção segue concentrada na administração estadual. “2026 ainda é muito longe. Não sofro por antecipação. Parte da imprensa fala muito em eleição. Eu falo de gestão, do dia a dia do governo e me preocupo com entregas”, disse. O governador acrescentou que Jayme Campos nunca o procurou oficialmente para tratar do assunto. “Jayme tem trajetória, é senador da República, tem dimensão e estatura para candidatar. Mas vamos dizer somente em março o nosso candidato”, completou.
As declarações ocorrem um dia depois de Jayme Campos reafirmar, mais uma vez, que não pretende recuar de sua intenção de disputar o governo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador destacou sua carreira política e afirmou que seu histórico o credencia para a disputa. “Não abro mão da minha candidatura. Doa a quem doer”, declarou.
Jayme também afirmou que pretende concorrer para ampliar oportunidades, fortalecer a economia e garantir dignidade à população de Mato Grosso. Mesmo diante de resistências internas, ele diz que apresentará seu nome à federação formada por União Brasil e Progressistas. “No momento oportuno, pedirei ao dirigente do grupo que convoque uma reunião para colocar minha candidatura dentro do União e da federação”, afirmou.
Nos bastidores, porém, o senador enfrenta um cenário dividido. Parte das lideranças do União Brasil e do PP tem sinalizado apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o que enfraquece o espaço de Jayme dentro do bloco governista. Ainda assim, ele mantém o discurso de que seguirá no jogo político. “Tenho 74 anos, faço política porque gosto. Jayme Campos tem 40 anos de vida pública”, concluiu.
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