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Política

Abilio ironiza família Campos e cria “CamposBet” após ser chamado de ‘Mãe Dináh do Pantanal’

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Política


Conteúdo/ODOC – O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), reagiu com bom humor, mas também com ironia, ao apelido de “Mãe Dináh do Pantanal”, dado pelo deputado estadual Júlio Campos (União). A provocação surgiu depois de Abilio afirmar que os senadores Carlos Fávaro (PSD) e Jayme Campos (União) não conseguirão se reeleger em 2026.

Durante entrevista nesta quarta-feira (24), Abilio disse ter gostado do apelido, em referência à vidente que ficou conhecida no país nos anos 1990. Ele lembrou que chegou a prever sua vitória na eleição municipal de 2020. “Vai que eu acerto mais uma vez. Quando falei que seria eleito prefeito, foi no período de adivinhação”, comentou, em tom de brincadeira.

Logo depois, o prefeito elevou o tom e ironizou a família Campos. Ele criou a expressão “CamposBet”, comparando o grupo político a uma casa de apostas, em referência às eleições municipais de 2024.

Segundo ele, a “aposta” da família nas urnas fracassou ao apoiar nomes que acabaram derrotados: Kalil Baracat (MDB), em Várzea Grande; Eduardo Botelho (União), em Cuiabá; e Thiago Silva (MDB), em Rondonópolis.

“A ‘CamposBet’ foi no Kalil, no Thiago e no Botelho. Bom, a casa ganhou. Eles perderam todas as apostas em 2024. Agora, pode ser que a CamposBet tenha um projeto diferente e tente quebrar a banca”, ironizou.

 



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Júlio Campos vê cenário duro para Flávio Bolsonaro contra Lula em 2026

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Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Júlio Campos (União) avaliou que uma eventual pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República enfrentará um cenário eleitoral difícil. Segundo ele, a disputa contra o presidente Lula, que deve tentar a reeleição, tende a ser dura.

Para o parlamentar, apenas o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na sede da Polícia Federal, em Brasília, não será suficiente para garantir competitividade. Júlio destacou que Lula entra em vantagem por estar no exercício do poder.

Na avaliação do deputado, o presidente se beneficia da máquina pública e de estratégias políticas voltadas principalmente à população de baixa renda. “Não é fácil derrotar um presidente no exercício do poder, ainda mais um presidente que sabe fazer política como Lula, e que não mede as consequências em fazer as vantagens, em antecipar a compra do voto. É bolsa isto, bolsa aquilo, isenção disso, isenção daquilo”.

Questionado sobre a força eleitoral de Flávio Bolsonaro, Júlio afirmou que o senador ainda precisa se apresentar melhor ao eleitorado para ampliar sua base de apoio. Ele também ressaltou que a união da direita será fundamental para equilibrar a disputa. “A direita unida tem chance de disputar de igual para igual, mas desunida poderá não ter o sucesso esperado”.

O deputado lembrou que, em 2022, mesmo com a direita unificada em torno da reeleição de Jair Bolsonaro, o grupo não conseguiu vencer Lula. Ainda assim, afirmou que o atual governo enfrenta dificuldades, o que pode influenciar o cenário de 2026. “O governo também não está tão bem avaliado. Ainda na última pesquisa, a maioria da população não está de acordo com o atual governo, com as medidas que ele tem tomado, mas eleição é eleição”.



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