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Política

Abilio convoca militância para confronto digital e desafia líderes do PT a disputar 2026

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), adotou discurso de enfrentamento político durante participação no ato Acorda Brasil, realizado no domingo (1), na Praça Oito de Abril, na capital. Em tom direto, ele declarou que não pretende dialogar com setores identificados com a esquerda e orientou apoiadores a intensificarem a atuação nas redes sociais contra adversários.

Ao falar à militância, o prefeito incentivou seguidores a interagirem em publicações de opositores com o objetivo de provocar reações. “Vai lá e o provoque, nem que seja por hobby só para fazê-lo ficar irritado… Vai lá e ‘taca’ o terror”, afirmou. A declaração foi recebida com aplausos pelo público presente.

De olho nas eleições de 2026, Abilio também direcionou críticas aos deputados estaduais Lúdio Cabral e Valdir Barranco, ambos do PT. Ele desafiou Lúdio a disputar o Governo do Estado e Barranco a concorrer ao Senado, afirmando que a esquerda não teria força eleitoral para vencer uma eleição majoritária em Mato Grosso.

O evento contou ainda com manifestações de lideranças do Partido Liberal. O vereador Rafael Ranalli reafirmou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Também destacou a atuação do senador Wellington Fagundes na articulação que levou o ex-presidente Jair Bolsonaro ao PL.



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Jayme critica articulações para 2026: “montaram um fazendão para decidir tudo”

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Conteúdo/ODOC – O senador Jayme Campos (União Brasil) voltou a subir o tom contra articulações políticas em torno da sucessão do governador Mauro Mendes (União) e afirmou que só Deus o faz desistir de disputar o governo de Mato Grosso em 2026. A declaração foi dada neste sábado (7), durante ato de filiação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, ao Podemos, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Ao falar com a imprensa, Jayme criticou o que classificou como decisões tomadas por “cúpulas” políticas no estado e afirmou que pretende construir sua candidatura com apoio popular.

“Eu não faço política com cúpula. Eu faço política respeitando a população, sobretudo o cidadão mais carente”, disse o senador.

Sem citar diretamente nomes, Jayme também criticou articulações de bastidores sobre a definição de candidaturas majoritárias para as próximas eleições.

“Montaram uma empresa neste Estado, como se fosse um fazendão, para decidir quem vai ser governador, quem vai ser senador e quem vai ser o vice”, declarou.

A fala ocorre em meio ao cenário político em que o governador Mauro Mendes já manifestou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como possível candidato à sucessão no Palácio Paiaguás.

Jayme também fez críticas ao modelo de funcionamento previsto para o Hospital Central, obra considerada uma das principais apostas do atual governo estadual na área da saúde.

“Não quero construir um hospital moderno aqui em Mato Grosso, que seja o melhor do Brasil, mas de porta fechada, que só funciona de forma regulada. Nós queremos um hospital de porta aberta 24 horas por dia”, afirmou.

Apesar do cenário político ainda em formação, o senador disse acreditar que sua pré-candidatura começa a ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.

“A última pesquisa que eu fiz mostra que Jayme Campos já está começando a subir, a ultrapassar outros candidatos. Daqui a 15 dias pode colocar o Jayme encostando em 35% dos votos”, afirmou.



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