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prefeito eleito de Cuiabá

ABÍLIO BRUNINI INICIA COMPOSIÇÃO DO SECRETARIADO COM FOCO NA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA TÉCNICA

O anúncio completo e oficial do secretariado está previsto para dezembro

Publicado em

Política

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O prefeito eleito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), começou o processo de transição de governo ao revelar os primeiros nomes que integrarão sua futura equipe. O anúncio completo e oficial do secretariado está previsto para dezembro, Abilio já indicou três profissionais experientes em áreas estratégicas, sinalizando o perfil de sua gestão: a médica Lúcia Helena Barboza Sampaio, o arquiteto José Afonso Portocarrero e o economista Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior.

Lúcia Helena Barboza Sampaio, ex-presidente do Conselho Regional de Medicina, foi confirmada como a responsável pela Secretaria Municipal de Saúde na futura gestão do prefeito eleito Abílio Brunini (PL).

José Afonso Portocarrero, arquiteto e urbanista de renome, foi nomeado para liderar o planejamento urbano de Cuiabá na futura gestão do prefeito eleito Abílio Brunini (PL). Portocarrero, que já teve passagens pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente nas gestões de Dante de Oliveira e José Meireles, traz uma vasta experiência em gestão urbana e em projetos sustentáveis.

O economista Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior, uma figura já reconhecida por seu trabalho no Instituto Euvaldo Lodi (IEL), também fará parte da futura gestão do prefeito eleito Abílio Brunini (PL). Embora sua posição exata ainda esteja em definição, sua nomeação é vista como uma escolha estratégica para a equipe de governo, considerando sua trajetória e expertise na área econômica.

Além dos nomes já confirmados, outros possíveis reforços começam a ganhar destaque nos bastidores da futura gestão de Abílio. Dois nomes que têm circulado com força são os do ex-vereador Marcelo Bussik e do secretário-adjunto de Turismo de Mato Grosso, Felipe Wellaton.

A expectativa do prefeito eleito é montar um secretariado que consiga equilibrar experiência e inovação, sempre com um forte compromisso com a transparência e eficiência na gestão pública. Com esse objetivo, Brunini busca profissionais com sólida bagagem técnica e também com capacidade de implementar novas soluções para os desafios urbanos, sociais e econômicos que Cuiabá enfrenta.

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“Qualquer um pode falar que é candidato”, diz Mauro Mendes ao reagir à pressão de Jayme Campos

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Conteúdo/ODOC – O governador Mauro Mendes (União) afirmou nesta quinta-feira (11) que não vê motivo para antecipar o debate sobre a sucessão estadual de 2026 e minimizou a movimentação do senador Jayme Campos (União), que voltou a defender publicamente sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás. Segundo Mendes, qualquer discussão interna sobre nomes só ocorrerá no tempo adequado e dentro das regras partidárias.

Ao comentar as declarações do senador, o governador disse que não recebeu nenhuma comunicação formal sobre a pré-candidatura e ressaltou que manifestações individuais não significam definição de candidatura. Para ele, o processo passa necessariamente pelas convenções do próximo ano. “Qualquer filiado ao partido pode lançar o que quiser. Quem quiser falar que é candidato, pode. Isso não é proibido, é um país democrático. Mas isso é definido nas convenções partidárias”, afirmou.

Mauro Mendes reforçou que a eleição ainda está distante e que sua atenção segue concentrada na administração estadual. “2026 ainda é muito longe. Não sofro por antecipação. Parte da imprensa fala muito em eleição. Eu falo de gestão, do dia a dia do governo e me preocupo com entregas”, disse. O governador acrescentou que Jayme Campos nunca o procurou oficialmente para tratar do assunto. “Jayme tem trajetória, é senador da República, tem dimensão e estatura para candidatar. Mas vamos dizer somente em março o nosso candidato”, completou.

As declarações ocorrem um dia depois de Jayme Campos reafirmar, mais uma vez, que não pretende recuar de sua intenção de disputar o governo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador destacou sua carreira política e afirmou que seu histórico o credencia para a disputa. “Não abro mão da minha candidatura. Doa a quem doer”, declarou.

Jayme também afirmou que pretende concorrer para ampliar oportunidades, fortalecer a economia e garantir dignidade à população de Mato Grosso. Mesmo diante de resistências internas, ele diz que apresentará seu nome à federação formada por União Brasil e Progressistas. “No momento oportuno, pedirei ao dirigente do grupo que convoque uma reunião para colocar minha candidatura dentro do União e da federação”, afirmou.

Nos bastidores, porém, o senador enfrenta um cenário dividido. Parte das lideranças do União Brasil e do PP tem sinalizado apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o que enfraquece o espaço de Jayme dentro do bloco governista. Ainda assim, ele mantém o discurso de que seguirá no jogo político. “Tenho 74 anos, faço política porque gosto. Jayme Campos tem 40 anos de vida pública”, concluiu.



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