Política
Abilio anuncia saída de Consórcio de Saúde: “produto diferente e sobrepreço”
Política
Conteúdo/ODOC – O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), revelou nesta sexta-feira (13) que o município está deixando o Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Rio Cuiabá (Cirvasc), formado por 13 cidades da Baixada Cuiabana. Segundo ele, a decisão foi motivada por irregularidades em compras realizadas via consórcio.
“Várias situações em questões de compra de insumos, medicamentos e serviços que eram feitos via Consórcio, acabaram acontecendo de uma forma diferente da conduta que nós defendemos de fazer na gestão do município de Cuiabá”, afirmou.
De acordo com Abilio, o município já protocolou o pedido de saída e a medida será encaminhada à Câmara Municipal. “Dessa forma, não vimos mais interesse ou viabilidade técnica nem econômica de seguir um contrato ou parceria via Consórcio. Nós já protocolamos o informe de interesse de sair e vamos mandar para a Câmara Municipal de Cuiabá para saída de fato do Consórcio, tanto do Cirvasc, quanto do outro consórcio da região metropolitana, voltado a outras atividades”, completou, sem citar o nome do segundo consórcio.
Em tom de denúncia, o prefeito apontou que houve compras com valores muito acima do mercado, citando como exemplo uma aquisição de cadeiras de rodas. “Só para você ter ideia, na situação da cadeira de rodas, eram R$ 4.200 que foi pago. [A empresa] entregou o produto equivocado, um produto diferente daquilo que foi adquirido e com sobrepreço de mais de 200% acima do valor do produto. Então não podemos continuar com esse tipo de serviço”, criticou.
As cadeiras mencionadas por Abilio estavam entre dezenas de equipamentos encontrados abandonados em fevereiro, em um galpão do Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá (CDMIC). Enquanto pagou mais de R$ 4 mil por unidade, o prefeito relatou ter encontrado produtos semelhantes na internet por pouco mais de R$ 1 mil.
Política
Júlio Campos vê cenário duro para Flávio Bolsonaro contra Lula em 2026
Conteúdo/ODOC – O deputado estadual Júlio Campos (União) avaliou que uma eventual pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República enfrentará um cenário eleitoral difícil. Segundo ele, a disputa contra o presidente Lula, que deve tentar a reeleição, tende a ser dura.
Para o parlamentar, apenas o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na sede da Polícia Federal, em Brasília, não será suficiente para garantir competitividade. Júlio destacou que Lula entra em vantagem por estar no exercício do poder.
Na avaliação do deputado, o presidente se beneficia da máquina pública e de estratégias políticas voltadas principalmente à população de baixa renda. “Não é fácil derrotar um presidente no exercício do poder, ainda mais um presidente que sabe fazer política como Lula, e que não mede as consequências em fazer as vantagens, em antecipar a compra do voto. É bolsa isto, bolsa aquilo, isenção disso, isenção daquilo”.
Questionado sobre a força eleitoral de Flávio Bolsonaro, Júlio afirmou que o senador ainda precisa se apresentar melhor ao eleitorado para ampliar sua base de apoio. Ele também ressaltou que a união da direita será fundamental para equilibrar a disputa. “A direita unida tem chance de disputar de igual para igual, mas desunida poderá não ter o sucesso esperado”.
O deputado lembrou que, em 2022, mesmo com a direita unificada em torno da reeleição de Jair Bolsonaro, o grupo não conseguiu vencer Lula. Ainda assim, afirmou que o atual governo enfrenta dificuldades, o que pode influenciar o cenário de 2026. “O governo também não está tão bem avaliado. Ainda na última pesquisa, a maioria da população não está de acordo com o atual governo, com as medidas que ele tem tomado, mas eleição é eleição”.
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