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Opinião

Responsabilidade Social: um compromisso que transforma

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No mundo atual, empresas e pessoas têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa, solidária e sustentável. A responsabilidade social não é apenas uma escolha, mas um compromisso com o futuro coletivo, que exige atitudes conscientes e ações que impactem positivamente a vida das pessoas.

O Instituto Mário Cardi Filho, desde a sua criação em 2018, nasceu com essa visão. Idealizado em memória do advogado Mário Cardi Filho, meu sócio e amigo – exemplo de ética, cidadania e dedicação à advocacia e às causas sociais – e, Instituto carrega esse propósito de transformar vidas por meio da cultura, da educação, do direito, do esporte e da assistência social.

Nosso trabalho vai além de cursos, palestras e atividades culturais. Estamos ao lado de quem mais precisa, oferecendo orientação jurídica gratuita a pessoas portadoras de câncer, esclarecendo seus direitos e lutando para que sejam garantidos. Orientamos produtores culturais na prestação e contas de seus projetos e, também realizamos em parcerias com outras instituições campanhas e ações beneficentes a exemplo da Seara de Luz onde contribuímos com a venda do Panetone do Bem e de bazares solidários que ajudam na manutenção das ações sociais desta entidade; da arrecadação de roupas para pessoas em situação de rua; bem como campanhas e contribuições a vítimas de catástrofes naturais pelo país.

Assim, mantemos vivo o legado de Mário Cardi, que sempre acreditou na força da advocacia pro bono e no poder do conhecimento como instrumento de transformação social.

Acreditamos que a responsabilidade social é uma via de mão dupla: enquanto o Instituto apoia a comunidade, também inspira pessoas e empresas a assumirem seu papel nesse movimento de solidariedade e desenvolvimento. Cada ação, cada projeto, cada gesto de cuidado é uma forma de reafirmar que juntos podemos construir uma sociedade mais inclusiva e humana.

O Instituto Mário Cardi Filho é a prova de que valores como ética, solidariedade e respeito ao próximo atravessam gerações. Continuamos firmes no propósito de honrar a memória de Mário e de incentivar empresas e pessoas a abraçarem essa causa. Afinal, responsabilidade social é mais do que um conceito: é uma prática que transforma realidades.

Ussiel Tavares é advogado, presidente da Comissão Especial da Advocacia Pro Bono da OAB Nacional, presidente do Instituto Mário Cardi Filho e defensor da Advocacia Pro Bono



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Opinião

CPMI do INSS: 2025 revelou o escândalo, 2026 entregará justiça

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O ano de 2025 ficará marcado como um divisor de águas na história recente da Previdência Social brasileira. Foi nesse contexto que a CPMI do INSS, da qual sou autora, trouxe à tona um dos maiores esquemas de fraudes já registrados contra aposentados e pensionistas do país.

Falamos de desvios bilionários, de descontos indevidos, de associações fantasmas e de um sistema que, por anos, operou à sombra da fragilidade institucional e da ausência de fiscalização efetiva.

A CPMI cumpriu seu papel. Investigou, reuniu provas, ouviu vítimas, convocou responsáveis e expôs uma engrenagem criminosa que se aproveitou justamente de quem mais precisa da proteção do Estado: idosos, pessoas com deficiência e trabalhadores que contribuíram durante toda a vida.

Não se tratou de narrativa política, mas de fatos documentados, contratos simulados, autorizações fraudadas e conivência administrativa. Mas é preciso dizer com clareza: investigar é apenas o primeiro passo.

Entramos em 2026 com um desafio ainda maior. O desafio de transformar as conclusões da CPMI em responsabilização efetiva, punição exemplar e, sobretudo, mudanças estruturais que impeçam a repetição desses crimes. É aqui que o papel da oposição se torna ainda mais decisivo.

A oposição não pode, e não vai, permitir que o relatório da CPMI vire mais um documento esquecido nas gavetas do poder. Nosso compromisso é cobrar o encaminhamento das investigações aos órgãos competentes, acompanhar cada desdobramento no Ministério Público, nos tribunais e nos órgãos de controle, e pressionar esse desgoverno para que adote medidas concretas de proteção aos beneficiários do INSS.

Fraudes dessa magnitude não acontecem sem falhas graves de gestão, fiscalização e governança. Ignorá-las é compactuar com elas. Por isso, seguiremos exigindo transparência, auditorias permanentes, revisão dos convênios com entidades associativas e mecanismos tecnológicos que garantam consentimento real e informado dos beneficiários.

Mais do que um debate político, estamos falando de justiça social. Cada real desviado do INSS representa menos dignidade para quem depende da aposentadoria para comprar remédios, pagar contas básicas ou simplesmente sobreviver. Não há ideologia que justifique o silêncio diante disso.

Se 2025 foi o ano em que o Brasil conheceu a dimensão do problema, 2026 precisa ser o ano da resposta. A oposição estará vigilante, atuante e firme, porque proteger o dinheiro dos aposentados não é favor, é obrigação constitucional.

O Brasil não pode normalizar o roubo de quem trabalhou a vida inteira. E nós não vamos permitir que isso aconteça.

Coronel Fernanda é deputada federal por Mato Grosso



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