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Economia

Cesta básica em Cuiabá mantém estabilidade e valor segue próxima dos R$ 800

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Economia


Com variação de apenas 1 centavo, a cesta básica em Cuiabá mostrou estabilidade nesta terceira semana de fevereiro, permanecendo, assim, com valor médio de R$ 798,32. Apesar da manutenção do preço, observou-se alta de apenas 0,31% no comparativo anual, quando a lista de mantimentos apresentava média de R$ 795,89, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

Ainda segundo o instituto, a estabilidade — tanto na variação semanal quanto na anual — indica um cenário de inflação dos alimentos controlado até o momento. É o que mostra o Boletim Semanal da Cesta Básica, no qual oito dos 13 alimentos variaram menos de 1% para mais ou para menos, o que favorece a dinâmica de preços dos produtos da cesta.

Os alimentos que mais variaram de preço na semana foram o feijão e a batata, com altas de 6,73% e 6,14%, respectivamente. Essas variações sofreram influência do período de colheita e do clima nas regiões produtoras.

Com custo médio de R$ 6,71/kg, o feijão registra alta pela quarta semana seguida, em razão do período de entressafra, com colheitas mais lentas e reduzidas, restringindo a oferta do alimento no mercado. Os consecutivos aumentos elevaram em 4,18% a diferença em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já a batata segue em alta pela terceira semana consecutiva, atingindo custo médio de R$ 4,80/kg. Em razão das chuvas, algumas regiões produtoras não estão conseguindo manter a rotina de colheitas, reduzindo a quantidade ofertada e ocasionando a subida de preços. No comparativo anual, o valor atual também está maior, com elevação de 18,68%.

Entre as variações negativas, o tomate recuou 8,07% e atingiu valor médio de R$ 6,99/kg. A queda pode ter sido motivada pela retomada do ritmo de colheitas das principais lavouras, o que aumenta a quantidade de frutos disponíveis no mercado. Ainda assim, o valor atual segue 16,75% mais alto no comparativo anual.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou ainda a variação no custo do café, que chegou a atingir preços recordes no ano passado e agora segue em recuo, com preço médio de R$ 32,29/500g. “Mesmo com os valores ainda em patamar elevado, a diminuição contribui para que os gastos das famílias com esse produto, amplamente consumido, sejam menores do que os registrados em meses anteriores.”



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Mato Grosso registra a menor taxa de desemprego do país e atinge novo recorde histórico

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Com índice de 2,2%, Mato Grosso apresentou, em 2025, a menor taxa anual de desocupação desde o início da série histórica, em 2012. É o que mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Estado lidera o ranking nacional, registrando a menor taxa de desocupação entre todas as unidades da Federação. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 2,3%, e Mato Grosso do Sul, com 3,0%.

O levantamento também aponta que a taxa de ocupação atingiu 66,7%, a maior entre os estados brasileiros. Santa Catarina (66,2%) e Mato Grosso do Sul (64,4%) aparecem na sequência. O percentual representa a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar.

A publicação ainda indica que Mato Grosso possui a segunda menor taxa anual de subutilização da força de trabalho do país, com 6,8%, atrás apenas de Santa Catarina (4,6%). O indicador considera pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e a força de trabalho potencial.

Mato Grosso também registra a 8ª menor taxa de informalidade do país, com 36,3%. No que se refere ao rendimento médio real habitual, o Estado ocupa a 8ª posição nacional, com média de R$ 3.688. O rendimento habitual corresponde ao valor médio recebido mensalmente pelos trabalhadores ocupados, já descontados os efeitos da inflação, o que permite mensurar o poder de compra real.

De acordo com a PNAD Contínua, o Estado possui 3,019 milhões de pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais). Desse total, 2,073 milhões integram a força de trabalho e 947 mil estão fora dela. Apenas 50 mil pessoas estão desocupadas no Estado.

Em avaliação sobre os dados divulgados pelo IBGE, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou que os indicadores refletem a solidez da economia mato-grossense e o resultado das ações adotadas pelo Governo do Estado para estimular a geração de emprego e renda.

“Os resultados da pesquisa confirmam aquilo que já percebemos no dia a dia da economia: Mato Grosso é um Estado pujante, que cresce de forma consistente e gera oportunidades para a sua população. Alcançar a menor taxa de desocupação desde o início da série histórica, além de registrar o maior número de pessoas ocupadas, demonstra a força do nosso mercado de trabalho,” afirmou.



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