Cidades
Servidor da Saúde de VG morre após cair de moto e ser atropelado por caminhão em avenida de Cuiabá
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Conteúdo/ODOC – O servidor público Eglen Robson Caldeira Dias, da Prefeitura de Várzea Grande, morreu na manhã desta quinta-feira (18), em um grave acidente na Avenida República do Líbano, em Cuiabá.
Eglen pilotava uma motocicleta quando perdeu o controle e caiu na pista. Em seguida, teve a cabeça esmagada por um caminhão de nove eixos que passava pelo local. O motorista do veículo não parou para prestar socorro e segue foragido.
Servidor de carreira, Eglen trabalhava como agente de apoio do SUS e também atuava como motorista de ambulância na UPA do bairro Cristo Rei.
Segundo colegas, ele fazia “bicos” para complementar a renda. A polícia investiga o caso e busca identificar o caminhoneiro envolvido no acidente.
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Decisão do STJ dá segurança jurídica e mantém coleta de lixo regular em Várzea Grande
“A regularidade da coleta de lixo não sofrerá interferência”. A afirmação é do procurador municipal em substituição, Juliano Fabrício, em cima da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garante segurança jurídica ao município e assegura a continuidade do serviço de coleta de resíduos.
Na última sexta-feira (16) uma decisão do STJ suspendeu liminar favorável para a antiga prestadora do serviço e assegurou a continuidade do contrato emergencial firmado pelo Município com o Consórcio Pantanal.
A decisão afastou qualquer risco de descontinuidade ou falha do serviço e garantiu segurança jurídica para que a Prefeitura siga com a atual operação da coleta, encerrando um período de instabilidade provocado por ações judiciais da empresa Locar, cujo contrato foi encerrado em novembro de 2025.
Conforme o procurador municipal em substituição, o STJ levou em consideração o histórico de falhas da empresa anteriormente responsável pela coleta de resíduos, que não vinha cumprindo de forma adequada as obrigações contratuais, o que poderia comprometer a saúde pública e o meio ambiente urbano, motivando a suspensão da decisão judicial que ameaçava a continuidade do serviço.
“O entendimento foi de que a situação poderia causar prejuízos à saúde pública e ao meio ambiente urbano, razão pela qual houve a suspensão da decisão judicial anterior, garantindo a continuidade do serviço até o julgamento final do processo”, assegurou.
Ainda de acordo com Juliano, o tribunal superior também considerou falhas diante das inúmeras notificações pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, além dos inúmeros apontamentos do Ministério Público relacionados a irregularidades no processo licitatório, conduzido pela antiga gestão em 2024.
“A decisão do presidente do STJ suspendeu a liminar até o julgamento final da ação, estabelecendo um marco muito extenso de segurança jurídica para que o município possa trabalhar”, afirmou.
A judicialização do caso partiu da antiga empresa, que pretendia permanecer como prestadora do serviço no município. Paralelamente, a Prefeitura instaurou procedimento administrativo atendendo a duas recomendações do Ministério Público, que apontaram irregularidades na contratação realizada após o período eleitoral de 2024
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