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Fiscais de contrato da Prefeitura de Cuiabá participam de curso no TCE

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Servidores da Prefeitura de Cuiabá, que atuam como fiscais de contrato, iniciaram nesta segunda-feira (10) a participação no curso “Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos” oferecido pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).

O curso que dura até sexta-feira (14) funciona em formato híbrido, ou seja, presencial e também em formato on-line a partir de transmissões pelo canal YouTube.

Em cinco aulas, o secretário-geral da Presidência do TCE-MT, Nilson Bezerra, tratará sobre temas como planejamento da contratação, conceito e tipos de contrato, e limites da designação de fiscais de contrato.

As aulas se estendem até o dia 14, sempre das 13h às 16h20, e são transmitidas ao vivo pela TV Contas (Canal 30.2) e pelo canal do órgão no YouTube.

#PraCegoVer#

A imagem ilustra o conselheiro Waldir Teis vestido com traje social, numa espécie de tribuna, com microfone na mão, falando a um grupo de pessoas que estão sentadas ouvindo as instruções.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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STJ garante continuidade da coleta de lixo e afasta risco de interrupção em Várzea Grande

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“A regularidade da coleta de lixo não sofrerá interferência”. A afirmação é do procurador municipal em substituição, Juliano Fabrício, em cima da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garante segurança jurídica ao município e assegura a continuidade do serviço de coleta de resíduos em Várzea Grande.

Na última sexta-feira (16), uma decisão do STJ suspendeu liminar favorável para a antiga prestadora do serviço e assegurou a continuidade do contrato emergencial firmado pelo Município de Várzea Grande com o Consórcio Pantanal.

A decisão afastou qualquer risco de descontinuidade ou falha do serviço e garantiu segurança jurídica para que a Prefeitura de Várzea Grande siga com a atual operação da coleta, encerrando um período de instabilidade provocado por ações judiciais da empresa Locar, cujo contrato foi encerrado em novembro de 2025.

Conforme o procurador municipal em substituição, o STJ levou em consideração o histórico de falhas da empresa anteriormente responsável pela coleta de resíduos, que não vinha cumprindo de forma adequada as obrigações contratuais, o que poderia comprometer a saúde pública e o meio ambiente urbano, motivando a suspensão da decisão judicial que ameaçava a continuidade do serviço.

“O entendimento foi de que a situação poderia causar prejuízos à saúde pública e ao meio ambiente urbano, razão pela qual houve a suspensão da decisão judicial anterior, garantindo a continuidade do serviço até o julgamento final do processo”, assegurou.

Ainda de acordo com Juliano, o tribunal superior também considerou falhas diante das inúmeras notificações pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, além dos inúmeros apontamentos do Ministério Público relacionados a irregularidades no processo licitatório, conduzido pela antiga gestão em 2024.

“A decisão do presidente do STJ suspendeu a liminar até o julgamento final da ação, estabelecendo um marco muito extenso de segurança jurídica para que o município de Várzea Grande possa trabalhar”, afirmou.

A judicialização do caso partiu da antiga empresa, que pretendia permanecer como prestadora do serviço no município. Paralelamente, a Prefeitura de Várzea Grande instaurou procedimento administrativo atendendo a duas recomendações do Ministério Público, que apontaram irregularidades na contratação realizada após o período eleitoral de 2024.

O Atual



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