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Cristo Rei passa por mutirão e mais de 120 toneladas de entulho já foram removidas

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Trabalhos começaram na semana passada e utilizam caminhões que transportam o dobro da capacidade de veículos comuns, ao invés de 12 toneladas, esse maquinário comporta de 24t a 30t por viagem, o dá celeridade à ação

A Prefeitura de Várzea Grande intensificou os serviços de limpeza no Grande Cristo Rei, que vinha sendo alvo de frequentes reclamações de moradores e motoristas devido ao acúmulo de lixo, entulho e mato nas ruas. O trabalho foi na semana passada e deve ser concluído nos próximos dias.

A ação é coordenada pela Subprefeitura do Cristo Rei e acompanhada de perto pela responsável pela infraestrutura local, Ana Paula, que faz questão de estar em campo ao lado das equipes de servidores e colaboradores. “Estamos trabalhando firmes aqui na região. Já retiramos cerca de 120 toneladas de entulho com o apoio de caminhão e trator próprios, além de uma retroescavadeira. Enquanto veículos comuns transportam até 12 toneladas, o caminhão da Subprefeitura comporta de 24 a 30 toneladas por viagem. Ainda não concluímos toda a limpeza, mas na próxima semana o mutirão será retomado e intensificado”.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou que a operação faz parte de um calendário permanente de manutenção em diversos bairros da cidade.

“Essa é uma determinação da prefeita Flávia Moretti: manter as frentes de trabalho ativas em todas as regiões. O Cristo Rei é um ponto estratégico de Várzea Grande e, por isso, recebe atenção especial. Seguiremos com os mutirões para garantir um ambiente mais limpo, organizado e seguro para moradores e para quem circula pela região”, afirmou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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STJ garante continuidade da coleta de lixo e afasta risco de interrupção em Várzea Grande

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“A regularidade da coleta de lixo não sofrerá interferência”. A afirmação é do procurador municipal em substituição, Juliano Fabrício, em cima da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garante segurança jurídica ao município e assegura a continuidade do serviço de coleta de resíduos em Várzea Grande.

Na última sexta-feira (16), uma decisão do STJ suspendeu liminar favorável para a antiga prestadora do serviço e assegurou a continuidade do contrato emergencial firmado pelo Município de Várzea Grande com o Consórcio Pantanal.

A decisão afastou qualquer risco de descontinuidade ou falha do serviço e garantiu segurança jurídica para que a Prefeitura de Várzea Grande siga com a atual operação da coleta, encerrando um período de instabilidade provocado por ações judiciais da empresa Locar, cujo contrato foi encerrado em novembro de 2025.

Conforme o procurador municipal em substituição, o STJ levou em consideração o histórico de falhas da empresa anteriormente responsável pela coleta de resíduos, que não vinha cumprindo de forma adequada as obrigações contratuais, o que poderia comprometer a saúde pública e o meio ambiente urbano, motivando a suspensão da decisão judicial que ameaçava a continuidade do serviço.

“O entendimento foi de que a situação poderia causar prejuízos à saúde pública e ao meio ambiente urbano, razão pela qual houve a suspensão da decisão judicial anterior, garantindo a continuidade do serviço até o julgamento final do processo”, assegurou.

Ainda de acordo com Juliano, o tribunal superior também considerou falhas diante das inúmeras notificações pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, além dos inúmeros apontamentos do Ministério Público relacionados a irregularidades no processo licitatório, conduzido pela antiga gestão em 2024.

“A decisão do presidente do STJ suspendeu a liminar até o julgamento final da ação, estabelecendo um marco muito extenso de segurança jurídica para que o município de Várzea Grande possa trabalhar”, afirmou.

A judicialização do caso partiu da antiga empresa, que pretendia permanecer como prestadora do serviço no município. Paralelamente, a Prefeitura de Várzea Grande instaurou procedimento administrativo atendendo a duas recomendações do Ministério Público, que apontaram irregularidades na contratação realizada após o período eleitoral de 2024.

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